A Conquista do Voto Feminino: um marco histórico para a democracia brasileira

por Assessoria de Comunicação publicado 24/02/2026 13h45, última modificação 24/02/2026 13h42

A história da democracia brasileira é marcada por importantes avanços na garantia de direitos, e entre eles está a conquista do voto feminino. O direito das mulheres ao voto foi reconhecido no Brasil em 1932, com a promulgação do Código Eleitoral durante o governo de Getúlio Vargas.

Dois anos depois, em 1934, o direito foi incorporado à Constituição Federal. No entanto, naquele momento, o voto feminino ainda era facultativo. Somente em 1965 o voto tornou-se obrigatório para as mulheres, sendo equiparado definitivamente ao dos homens, consolidando a igualdade formal no exercício da cidadania.

A conquista do voto feminino não foi um gesto espontâneo do Estado, mas resultado da mobilização de mulheres que enfrentaram resistências sociais, políticas e culturais para garantir espaço nas decisões do país. Foi um passo fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e democrática.

Ao longo das décadas, a participação feminina na política avançou, embora ainda existam desafios a serem superados. O direito ao voto representa não apenas a possibilidade de escolher representantes, mas também o reconhecimento da mulher como protagonista na vida pública.

Para a Câmara Municipal de Rio Negro, relembrar essa conquista é reafirmar o compromisso com a igualdade, a participação cidadã e o fortalecimento da democracia.

Votar é exercer a cidadania.
Votar é fazer parte das decisões que impactam a vida de toda a sociedade.

A democracia se constrói com participação — e a participação feminina é parte essencial dessa história.

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